criaçao


SEXO

SEXO

Alderico Leandro

...

Essa saiu publicada na Face Book. E não foi só essa. Tem muito mais. Inclusive um pênis e uma vagina para quem quiser ver. Agora a moda já pegou. Foi bastante ter a autorização do Governo Federal e a abertura foi total. Fotos de mulheres se beijando. Ah. Isso é o mais comum! Os homens ficam se babando com a ereção total a procura de saber onde encontrar as mulheres sexys. Agora, o que não vale é por as fotos dessas tais mulheres em uma página de uma rigorosa Face Book até então privada. O sexo não é pornografia. Sexo faz parte do gênero humano ou animal e vegetal. Em tudo há sexo. Mesmo em uma borboleta, em uma libélula e até mesmo em uma rã. O sexo é a maneira de reprodução do ser – humano ou não -.  Na questão do ser humano, o sexo vem quando a criança é concebida. Note-se bem uma mulher cheirando o sexo de um menino! Ah! Mas isso é normal! E se for de uma menina? É normal? Não há na verdade uma reposta. Todos ficam mudos. Em nossos dias o sexo é ainda tabu. Quer seja no oriento como no ocidente. Em se falar em sexo vem logo a reprimenda da senhora mãe em discorrer ser aquilo “proibido” de se comentar. Agora, a folha da revista Face Book está publicando o sexo como algo natural. Se for natural, eu não digo o contrário. É bem natural. Mas, convenhamos. “Elas”, as mulheres damas da noite podem sentir que o sexo é uma “mercadoria” de prazer. E todos podem “comprar”. Afinal, não é tão dispendioso assim! Mas, tememos as nossas infantes crianças em digerir tudo aquilo a estar vendo sem poder “comprar”, pois o pai ou a mãe não vai deixar. Afinal, para uma infante criança aquilo é até anormal uma vez ser aquilo um grito de alerta para os seus sentidos. Algo até então natural passa a ser algo sobrenatural. A criança se torna em querer saber se a sua mãe, a sua irmã e até mesmo o seu pai não estaria a fazer simplesmente aquele pudor para ele acanhado. A Face Book é uma revista aberta para qualquer idade. E se mostrar casos pornográficos às crianças ainda inocentes é um temor contido. Não se pode se tornar em público os casos às mulheres prostitutas, como recentemente se mostrou pela televisão um caso dessa forma onde uma atriz quis beijar uma apresentadora. Os segredos que permaneçam apenas nas levadas dos mistérios. Deixar à mostra um pénis e uma vagina, como ocorreu na sexta feira passada é apenas um senão de bestialidade confirmando a sua imodéstia delituosa.  Se a Bíblia já fala nessas cenas de fereza então que se queime essa Bíblia uma vez que nem um livro histórico se prende a devassidão do pecado. E não se torne nulo aquilo que é mais se torna uma iniquidade para o gênero humano infantil.



Escrito por aldericoalvares às 10:52:56 AM
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DENÚNCIA QUENTE

Jornais internacionais destacam ataque 'feroz' de Dilma à espionagem dos EUA Atualizado em  25 de setembro, 2013 - 06:50 (Brasília) 09:50 GMT Facebook Twitter Google+ Enviar a página Versão para impressão Dilma classificou espionagem como 'violação dos direitos humanos' e desrespeito à soberania A presidente Dilma Rousseff fez um ataque "feroz" à espionagem da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos em seu discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, na avaliação do jornal britânico The Guardian. Em seu discurso nesta terça-feira, Dilma afirmou que as ações da NSA, que teriam incluído a espionagem direta das comunicações da presidente brasileira e da Petrobras, representam uma violação dos direitos humanos e um desrespeito às soberanias nacionais. Notícias relacionadas Caso de espionagem dos EUA viola direitos humanos, diz Dilma na ONU Brasil lança ofensiva nos EUA por investimento em infraestrutura Síria, Irã e espionagem ‘esquentam’ Assembleia Geral da ONU Tópicos relacionados Brasil, Internacional, Estados Unidos As revelações sobre a espionagem da NSA foram feitas pelo jornalista americano radicado no Rio de Janeiro Glenn Greenwald, com base em documentos vazados pelo ex-analista da NSA Edward Snowden. Para o Guardian, jornal que publicou as primeiras revelações do escândalo de espionagem da NSA, o discurso "bravo" de Dilma "foi um desafio direto ao presidente Barack Obama, que estava esperando ao lado para pronunciar seu próprio discurso à Assembleia Geral da ONU". O diário avalia que a fala de Dilma "representou a reação diplomática de mais alto nível até agora" às revelações feitas por Snowden e lembra que Dilma já havia adiado sua visita de Estado aos Estados Unidos, prevista inicialmente para o mês que vem, por conta do escândalo. 'Denúncia quente' O discurso também ganhou espaço no americano The New York Times, que classificou a fala da presidente brasileira de "denúncia quente" contra os Estados Unidos sobre as ações da NSA. "Obama tomou nota das queixas, dizendo que os Estados Unidos estão repensando suas atividades de vigilância como parte de uma reavaliação mais ampla que incluía a restrição do uso de drones e a transferência de prisioneiros da prisão da Baía de Guantánamo, em Cuba, e finalmente o seu fechamento", diz o jornal. Para o New York Times, as palavras de Obama lembraram um discurso que ele proferiu há alguns meses sobre a necessidade de os Estados Unidos abandonarem sua "perpétua posição beligerante". Outro jornal americano, The Washington Post, afirma que Dilma proferiu uma "reprimenda pungente" da espionagem eletrônica feita pela NSA. O diário espanhol El País comenta que a presidente brasileira "não se referiu de maneira expressa aos Estados Unidos em nenhum momento de seu discurso", mas se mostrou "taxativa na hora de denunciar a espionagem internacional". O jornal observa ainda que Dilma "propôs uma regulação que assegure um controle maior do uso da internet para evitar esse tipo de atividades de vigilância, que qualificou como um atentado à 'soberania dos Estados' e à 'liberdade de expressão' e como uma 'violação dos direitos humanos'".

Escrito por aldericoalvares às 7:58:03 AM
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LIXO É ENERGIA

Oslo converte lixo importado em energiaComente 25/09/201305h58 Comunicar erro Imprimir Esqueça o carvão, o petróleo ou o gás de xisto. Na Noruega, pelo menos, é o lixo residencial que está ganhando espaço como fonte de energia.No interior da usina de Klemetsrud, a sudeste de Oslo, dezenas de milhares de toneladas de lixo são empilhadas todos os dias formando grandes muralhas.Ali, os resíduos de milhões de residências da Noruega, do Reino Unido e de outros países são transformados em aquecimento e eletricidade para a cidade de Oslo.Antes de chegar ao local, o lixo passa por uma triagem. Tudo o que pode ser reaproveitado é separado. Mesmo assim, mais de 300 mil toneladas de dejetos não recicláveis são geradas por ano na capital norueguesa."Quatro toneladas de lixo têm o mesmo potencial energético do que uma tonelada de óleo combustível", diz Pal Mikkelsen, diretor da agência responsável pela transformação de lixo em energia de Oslo.Uma tonelada de óleo combustível, diz Mikkelsen, poderia aquecer uma casa por metade de um ano.Com rígidos controles para eliminar os gases oriundos da incineração do lixo, Oslo acredita que converter lixo em energia possa ajudá-la a reduzir pela metade as emissões de dióxido de carbono (CO2) nos próximos 20 anos - tornando a cidade, cuja riqueza foi construída a partir da exploração do petróleo, uma das mais verdes do planeta.Escolas verdesO processo de aproveitamento energético do lixo é simples. Os dejetos, tonelada por tonelada, são despejados em um incinerador e queimados a uma temperatura de 850ºC.Mas nem tudo é queimado. Latas velhas e molas de colchão, por exemplo, são deixadas de fora. No final do processo, restam apenas cinzas, metais que podem ser reciclados e muito calor.Esse calor é usado para ferver água. O vapor movimenta uma turbina, que gera eletricidade. A água fervente é depois bombeada da usina a casas e escolas públicas de Oslo, ajudando a população a se manter aquecida no rigoroso inverno norueguês.Na capacidade máxima, a usina fornecerá aquecimento e eletricidade para todas as escolas de Oslo e aquecimento para 56 mil casas.Entretanto, Lars Haltbrekken, presidente de uma instituição local de preservação ambiental, vê um lado negativo em tudo isso. Para ele, o sistema cria um ciclo vicioso em que há um estímulo para produzir mais lixo a fim de gerar energia.Haltbrekken diz que objetivo principal deveria ser reduzir a quantidade de lixo, reutilizar o que se pode reutilizar, reciclar e, só em quarto lugar, queimar e usar o lixo para fins energéticos.Mas, segundo ele, foi criado "um excesso de capacidade nessas usinas na Noruega e na Suécia. Nós nos tornamos dependentes em produzir mais e mais lixo."Envio de lixoOs defensores da ideia discordam de Haltbrekken. Eles destacam que todas as usinas que transformam lixo em energia na Europa são capazes de consumir apenas 5% da quantidade anual dos dejetos que iria parar em aterros sanitários.Eles dizem que a Noruega, bem como outros países, está ajudando a eliminar parte do lixo da melhor maneira possível.Oslo, por exemplo, compra o lixo de duas cidades britânicas, Leeds e Bristol. O investimento compensa. Em vez de pagarem para que os dejetos sejam encaminhados a aterros sanitários após o processo de reciclagem, os governos locais se livram do seu lixo pagando à capital norueguesa.A revolução originada a partir da transformação do lixo em energia pode ser ainda observada nas ruas de Oslo.Ali 144 ônibus são movidos anualmente a um biocombustível à base de restos de comida.Um quilo de dejetos orgânicos produz meio litro de combustível, a partir de um processo químico desenvolvido por uma universidade local.Mikkelsen acredita que o projeto poderia ser adotado no restante da Europa, o que traria grandes benefícios para o continente."Se feito corretamente, isso significaria uma recuperação de muitos materiais - e uma queda acentuada do que vai parar nos aterros", avalia.

Escrito por aldericoalvares às 6:11:20 AM
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DE MENOR

Brasileiro "De menor" disputa prêmio no Festival de Biarritz, na FrançaComente Paris 18/09/201314h01 Comunicar erro Imprimir AmpliarDe Menor (2013)8 fotos 3 / 8 Rita, a diretora Caru Alves de Souza e Tata Amaral, que é produtora executiva do filme "De Menor" Leia mais Igor Lavrador/Tangerina Entretenimento Jovens talentos do cinema latino-americano exibirão seus filmes no Festival de Biarritz, que dará destaque ao Brasil. Entre os 10 filmes que disputam o prêmio principal na categoria longa-metragem está o brasileiro "De menor", de Caru Alves de Souza. "Este ano temos filmes muito interessantes do Brasil em todas as categorias: documentários, curtas e um longa-metragem", afirmou o diretor geral do festival, Marc Bonduel. O evento acontecerá de 30 de setembro a 6 de outubro nessa cidade balneária da costa basca do sudoeste da França. Neste ano, o Festival de Biarritz tem 10 longas-metragens, 10 curtas-metragens e 14 documentários na disputa pelos "Abrazos", que terão os prêmios anunciados em 5 de outubro pelos distintos júris.O filme Primeiro longa de ficção da cineasta Caru Alves de Souza, "De Menor" concorre também na mostra Horizontes Latinos, do Festival de San Sebastián, na Espanha, e na mostra competitiva do Festival do Rio. O filme acompanha a rotina da defensora pública Helena, interpretada por Rita Batata ("Não Por Acaso"), que, além de atuar como advogada dos jovens, cuida de Caio (interpretado pelo estreante Giovanni Gallo). O relacionamento dos dois é abalado quando o adolescente comete um delito. O ator Caco Ciocler interpreta um juiz. Prima de uma advogada, Caru conta que teve a ideia para fazer o filme ouvindo histórias de uma prima que atuava como defensora em Santos. "Me encantava muito a maneira como ela se envolvia na vida deles e como lutava muito para defendê-los", afirma a cineasta, que mergulhou no mundo jurídico santista, acompanhando audiências e conversando com defensores, promotores e juízes. A cineasta disse que escolheu Santos como cenário do filme porque, além de ter uma relação afetiva com a cidade – parte de sua família é de lá – queria uma localidade pequena, "onde no Fórum houvesse apenas um juiz e poucos defensores e promotores para criar uma situação de maior proximidade e amizade entre eles".

Escrito por aldericoalvares às 4:34:23 PM
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TEMPESTADE

Um temporal acompanhado por um forte vendaval deixou quatro mortos e cerca de 70 feridos neste domingo (22) em Taquarituba (328 km a oeste de São Paulo). De acordo com o Corpo de Bombeiros de Avaré, o fenômeno ocorreu por volta das 14h30, durou cerca de cinco minutos e foi considerado um pequeno tornado. Em um levantamento prévio, a corporação verificou que cerca de 250 casas e estabelecimentos comerciais na cidade tinham sido parcialmente destruídos. O vento derrubou árvores, postes e até silos agrícolas. Fotos e vídeos publicados em redes sociais mostram que a cobertura do terminal rodoviário de Taquarituba foi arrancada pelo vento. A estrutura de um posto de gasolina localizado no distrito industrial da cidade também desabou. Entre os mortos estão o motorista de um ônibus que tombou com o vento enquanto trafegava pela rodovia João Melão (SP-255) e um jovem que estava no ginásio poliesportivo da cidade. A cobertura da quadra veio abaixo durante a tempestade. Os bombeiros de Avaré chegaram ao local por volta das 16h --o quartel fica a 80 km do centro de Taquarituba. As vítimas foram socorridas por ambulâncias da região e levadas para a Santa Casa do município. Torres de energia e de telefonia foram derrubadas e parte da cidade permanecia sem luz na noite de domingo. De acordo com os bombeiros, a prefeitura está fazendo o levantamento do número de desabrigados na cidade. REDEMOINHO O evento extremo, um redemoinho que se forma e suga para o alto tudo o que encontra pela frente, ocorreu às 15h45, segundo registros da Defesa Civil do Estado. Desde sexta-feira, a Somar Meteorologia previa que fortes tempestades atingiriam a parte sul de São Paulo. A chance de um tornado ocorrer aumenta bastante quando uma frente fria chega, fato que ocorreu ontem. A diferença de temperatura entre o ar frio em deslocamento e o ar quente pode formar a coluna de vento. Nenhuma estação meteorológica da área conseguiu aferir a velocidade do vento, segundo os meteorologistas da Somar. Mas ela pode ter passado dos 200 km/h. Os tornados costumam durar poucos minutos. Atingem a largura de um a dois quarteirões, mas podem deslocar-se pelo terreno, o que aumenta seu poder de destruição. Apesar de ser um assunto controverso no meio científico, estudos recentes mostram que a incidência de tornados em algumas áreas do Brasil, caso do interior de São Paulo, tem sido frequente.

Escrito por aldericoalvares às 5:38:47 AM
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QUÊNIA - EXPLOSÃO E MORTES

Número de mortos sobe para 68 após grande explosão dentro do shopping no QuêniaComentários 17 Do UOL, em São Paulo 22/09/201313h51 > Atualizada 22/09/201317h16 Comunicar erro Imprimir AmpliarAtentado terrorista no Quênia48 fotos 34 / 48 22.set.2013 - Militares quenianos tomam posição dentro do shopping Westgate, em Nairóbi, no Quênia, onde um tiroteio deixou dezenas de mortos, na manhã de sábado (22). A ação já dura mais de 24h e a polícia trabalha para libertar reféns. O grupo islâmico Al-Shabab assumiu ontem a autoria do ataque. Eles já haviam ameaçado atacar a capital queniana em 2011, em represália contra o envio de tropas à Somália Leia mais Nichole Sobecki/AFP Uma grande explosão foi ouvida neste domingo (22) dentro do shopping Westgate, em Nairóbi, no Quênia, onde aproximadamente 10 militantes do grupo Al-Shabab mantêm 30 pessoas reféns há mais de 30 horas. Por volta de 15h (horário de Brasília), a Cruz Vermelha divulgou que mais nove corpos foram encontrados no local, totalizando 68 mortos até o momento. VEJA A LOCALIZAÇÃO DE NAIRÓBI Algumas horas antes, o presidente queniano, Uhuru Kennyata, tinha confirmado 59 pessoas mortas na ação, e um aumento no número de vítimas já era esperado. O shopping center estava cheio quando o ataque teve início, ontem, por volta de meio-dia (6h no horário de Brasília). Kenyatta afirmou que "entre dez e 15 terroristas, homens e mulheres, ainda estão no local". O número de feridos é estimado em 175. "Tememos que o número de mortos seja muito maior que o que temos, a julgar pelos corpos que vimos dentro do centro comercial", disse uma autoridade policial.   Forças especiais de Israel participam da operação para libertar os reféns, de acordo com agências de notícias, e a explosão foi ouvida depois que o grupo entrou no prédio, segundo relatos. A BBC divulgou que um caminhão com a caçamba coberta de lençóis deixou o local. Tropas do Exército que entraram no centro comercial na tarde de hoje carregavam ao menos dois lança-granadas, e helicópteros davam apoio. Um hospital de campanha foi montado em um centro religioso nas proximidades e continua atendendo as ambulâncias que prestam serviço de socorro. Grupo islâmico com base na Somália assume autoria de ataqueO grupo islâmico Al-Shabab assumiu ontem a autoria do ataque, referindo-se à ação como revide à presença militar queniana em seu país. A rede de TV CNN divulgou que fazem parte do grupo terrorista pessoas da Finlândia, Somália, Canadá, Reino Unido, EUA e Quênia. Saiba mais sobre o grupo islâmico Al-Shabab Grupo responsável pelo ataque ao shopping chegou a controlar boa parte da Somália Um dos atiradores teria sido ferido e preso e morreu posteriormente por conta de seus ferimentos, segundo afirmaram autoridades locais à BBC. Outros quatro atiradores teriam sido detidos. Entre as vítimas do ataque estão cidadãos norte-americanos, britânicos, franceses e de países asiáticos, uma vez que o Westgate Mall é bastante frequentando por turistas, estrangeiros que trabalham no país e quenianos de alto poder aquisitivo. As autoridades ainda não divulgaram uma lista completa com os nomes das vítimas. A França divulgou que as duas vítimas de nacionalidade francesa confirmadas eram mãe e filha e foram mortas no estacionamento do centro comercial. "Duas de nossas compatriotas foram covardemente atacadas, executadas no estacionamento do shopping quando chegavam para fazer compras", disse Hélène Conway-Mouret, ministra encarregada de cidadãos franceses no exterior.  Atiradores usaram granadas e fuzis O grupo entrou no shopping center por volta de meio-dia (6h em Brasília) de sábado (21), atirando granadas e disparando com fuzis automáticos. Centenas de frequentadores do shopping conseguiram fugir do local; outros vários se esconderam dentro do shopping, onde puderam: cinema, supermercado, lojas. O ataque é o maior no Quênia desde que uma célula da Al Qaeda no leste da África bombardeou a embaixada dos Estados Unidos em Nairóbi em 1998, matando mais de 200 pessoas. Em 2002, a mesma célula militante atacou um hotel israelense e tentou derrubar jatos israelenses em um ataque coordenado. (Com agências internacionais)

Escrito por aldericoalvares às 5:41:34 PM
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BIN LADEN

Corpo de Bin Laden foi chamado de "pacote" em e-mails americanos

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DA ASSOCIATED PRESS

 

Detalhes do funeral marítimo de Osama bin Laden em 2011 foram revelados após a agência de notícias Associated Press obter acesso a e-mails trocados entre militares americanos sobre o assunto.

E-mails criptografados descreviam o corpo de Bin Laden como "pacote" a ser entregue pelo serviço postal americano FedEx.

A agência fez a requisição pelos e-mails com base na lei da liberdade de informação americana.

As mensagens, que tiveram muitas de suas partes cortadas, são as primeiras informações divulgadas publicamente sobre o funeral do polêmico líder da Al Qaeda. Elas ressaltam o grau de segredo que envolvia a missão.

Osama bin Laden

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Mazhar Ali Khan/Associated Press
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Nesta foto de 1998, Osama bin Laden fala com jornalistas em Khost, no Afeganistão

Bin Laden morreu em maio de 2011, após um ataque americano no Paquistão, numa missão conjunta da CIA (inteligência americana) e do governo local.

No dia 2 de maio, um dia após sua morte, um e-mail descrevia como o corpo de Bin Laden havia sido preparado para o funeral. Ele foi lavado, conforme o ritual islâmico de ablução, enrolado em um lençol branco e então colocado num compartimento pesado.

Nenhum marinheiro do navio americano Carl Vinson, que levou o corpo para alto-mar, esteve presente durante a leitura dos ritos islâmicos.

"Um oficial militar leu palavras religiosas, que foram traduzidos para o árabe por um falante nativo da língua", dizia um e-mail enviado no dia 2 pelo almirante Charles Gaoette.

"Depois das palavras, o corpo foi colocado numa tábua lisa preparada, virado para cima, e então deslizado até o oceano."

Os e-mails foram entregues à Associated Press pelo Departamento de Defesa americano. A agência também pediu fotografias e vídeos do ataque que matou Bin Laden e de seu funeral, mas não foi atendida pelo órgão.

O departamento disse que não encontrou arquivos relativos ao ataque e que nenhum registro foi feito no funeral.

O Pentágono também negou pedidos da agência, dizendo que não havia certidão de óbito, relatórios de autópsia e resultados de teste de DNA para comprovar a identidade do corpo.



Escrito por aldericoalvares às 9:57:45 AM
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A ESQUARTEJADORA

Mulher admite esquartejar e congelar ex-marido e amante
Comentários 2

BBC

 

  • Johann Groder/Efe - 10.jun.2011

    A espanhola Estíbaliz Carranza é escoltada por policiais depois de ser detida em Udine, na Itália, em 2011

    A espanhola Estíbaliz Carranza é escoltada por policiais depois de ser detida em Udine, na Itália, em 2011

Uma mulher acusada de esquartejar o ex-marido e o amante e esconder os corpos em um porão sob concreto admitiu os crimes ao começar a ser julgada nesta segunda-feira (19) em Viena, na Áustria.

O julgamento vem ganhando grande atenção da mídia austríaca, que apelidou a mulher, dona de uma sorveteria em Viena, de "Dama de Gelo".

Estibaliz Carranza, que tem dupla cidadania espanhola e mexicana, é acusada de matar o ex-marido com um tiro na cabeça em 2008 e de matar o amante dois anos depois enquanto ele dormia.

A mulher, hoje com 34 anos, contou no tribunal como teria cortado os corpos e os escondido com concreto no porão da sorveteria depois de congelá-los.

Ela contou que desmembrou o corpo do ex-marido com uma serra elétrica.

Abusos

A promotoria a descreveu como uma mulher perigosa e de sangue frio, que planejou os dois crimes.

Mas a defesa alega que ela sofria abusos e era tiranizada pelos dois homens. Carranza alega que o ex-marido gritava com ela e ironizava sua falta de fluência em alemão e que o amante era infiel.

Uma avaliação psiquiátrica indicou que Carranza sofria de uma desordem de personalidade, além de sérias anormalidades mentais e psicológicas.

O caso foi descoberto por acaso no ano passado, quando pedreiros que trabalhavam no local encontraram ossos e outros pedaços de corpos no porão da sorveteria.

Estibaliz Carranza fugiu então em um táxi para a Itália, onde foi presa e extraditada para a Áustria.

A mulher é defendida pelo advogado Rudolf Mayer, que se tornou conhecido no país por defender também Joseph Fritzl, preso em 2008 por manter uma relação incestuosa com a filha, a quem manteve em cativeiro em um porão de sua casa por 24 anos



Escrito por aldericoalvares às 8:43:26 AM
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COLO

Letícia Spiller diz que pede colo ao ex-marido, Marcello Novaes

19/11/2012 - 11h37
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VITOR MORENO
DE SÃO PAULO

A atriz Letícia Spiller, 39, contou que sua relação com o ex-marido, Marcello Novaes, 50, é muito boa.

"Nós somos muito amigos. Várias vezes um segurou a barra do outro, eu fui chorando até ele, [dizendo] 'quero colo'", contou no "Encontro com Fátima Bernardes" desta segunda-feira (19).

Ela falou que desde que se separou, "incentivou ao máximo" o contato do filho deles, Pedro, com o pai.

"Marcello sempre pegou o Pedro na hora que ele precisava ou queria e até hoje é assim. Agora que ele está com 16 anos, passa mais tempo na casa do pai. Eu fico 'Pedro, meu filho, estou com saudade, vem pra cá'", disse.

Leticia Spiller

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Anderson Borde - 1º.ago.12/AgNews
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Leticia Spiller entre o marido, Lucas Loureiro, e o filho Pedro

Na semana passada, Letícia disse que não acha nada demais continuar amiga do ex.

"Eu acho que depois que nasce um filho, ele vem em primeiro lugar", contou a atriz. "Nós sempre nos quisemos muito bem, sempre fomos amigos, mesmo depois de separados."

"A gente gosta de estar todo mundo junto", afirmou. "Eles [os filhos] ganham muito com isso."

Novaes também já afirmou ser amigo de suas ex-mulheres.

"E não foi sacrifício nenhum para mim, é natural da minha pessoa", comentou. "Eu acho que todo mundo deveria ser assim, mas isso sou eu, não posso falar pelos outros."

Atualmente, Letícia é casada com Lucas Loureiro, com quem teve sua segunda filha, Stella, de um ano.

"Amo muito os dois", afirmou. "O Marcello é um paizão e o Lucas é um paizão."

"Não tenho do que reclamar, graças a Deus", disse.



Escrito por aldericoalvares às 4:57:20 PM
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GORDOS

Facebook te deixa mais gordo, pobre e malvado, diz estudo

06/11/2012 - 16h04
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DE SÃO PAULO

Um estudo resolveu mostrar toda a verdade por trás das fotos de gente rica, magra e boazinha postadas no Facebook.

Grupo planeja exibir fotos de perfil do Facebook no Louvre
É mais difícil resistir ao Facebook do que a cigarros e bebida, diz estudo
Macaco 'fora da lei' que virou astro do Facebook é capturado após três anos em fuga

De acordo com um estudo da Universidade de Colúmbia e de Pittsburgh, a imagem positiva que surge a partir da página faz com que o autocontrole das pessoas diminua.

Uma das consequências mais fáceis de perceber é a agressividade.

"Quando você se sente bem consigo mesmo, você se sente no direito de fazer as coisas. E você quer proteger aquela imagem melhorada, o que faz com que as pessoas reajam tão fortemente àquelas que não concordam com suas opiniões", disse Keith Wilcox, um dos autores do estudo, ao "Wall Street Journal".

 Andrea Michele Piacquadio/Shutterstock 
Facebook te deixa mais gordo, pobre e malvado, diz estudo
Facebook te deixa mais gordo, pobre e malvado, diz estudo

O estudo foi dividido em cinco partes e contou com 541 participantes e, também, chegou a desagradável conclusão que os usuários do "face" ficam mais gordas e pobres.

Aqueles que passam mais tempo on-line e tinham muitos amigos na rede social tinham mais tendências de comer besteira e ter mais gordura no corpo, assim como mais dívidas no cartão de crédito.

Outra parte do estudo mostrou que aqueles que passavam cinco minutos no Facebook, ficavam mais inclinados a comer biscoito do que uma barra de cereal.

Além disso, os internautas mostravam mais preguiça na hora de resolver problemas matemáticos e desistiam mais facilmente.



Escrito por aldericoalvares às 4:54:26 PM
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A GUERRA

Historiadora holandesa sobrepõe imagens da Segunda Guerra a fotos atuais

Intenção de Jo Teeuwisse é que as pessoas conheçam contexto histórico de onde vivem

 

Flickr/Jo Teeuwisse

Historiadora holandesa Jo Teeuwisse quer que o projeto vire um livro ou uma exposição

Visitar um local histórico e tentar imaginar o cenário da época é um exercício de criatividade. Às vezes é difícil crer que aquela rua limpa e arborizada já foi um enorme campo de batalha. Foi pensando nisso que a historiadora holandesa Jo Teeuwisse montou o projeto “Ghosts of History” (Fantasmas da História), mostrando que o passado pode estar mais perto do que muita gente imagina.

Teeuwisse fez montagens de fotos antigas tiradas na Europa, geralmente durante a Segunda Guerra Mundial, sobrepondo os personagens em fotos atuais nos mesmo locais em que eles apareciam. O efeito transparente dá a impressão de que fantasmas do passado continuam nas ruas.

Flickr/Jo Teeuwisse

Objetivo do projeto é fazer com que as pessoas conheçam a história do local onde vivem e pensem sobre as guerras

“Fiz as fotos por curiosidade e por causa da minha paixão por história, mas também para fazer as pessoas perceberem o contexto histórico de onde vivem. É importante pensarmos sobre a guerra”, explicou Teeuwisse em entrevista ao Opera Mundi.

 

 

Tudo começou quando a historiadora encontrou cerca de 300 fotografias antigas de Amsterdã em um mercado de pulgas da capital holandesa. Ela decidiu fazer montagens só para ver como ficava, já que conhecia bem a cidade e podia reconhecer as ruas. Satisfeira com o resultado, procurou fotos de outros países para continuar o trabalho. Ela pediu ajuda na internet para reconhecer cada local e algumas pessoas mandaram fotos atuais das localizações. Aos poucos Teeuwisse foi montando um grande portifólio que pode ser visto em sua página do Flickr.

A historiadora ficou surpresa com a repercussão de seu trabalho: “Estou sobrecarregada com toda essa atenção - ando muito, muito, muito ocupada!”, disse Teeuwise. “Fico bastante feliz com isso, claro, pois significa que muitas pessoas tiraram um momento de seu dia para pensar na guerra e em toda a história que os cerca”, concluiu.

Teeuwise tem planos de continuar com as montagens para um dia publicá-las em um livro ou fazer uma exposição.

Flickr/Jo Teeuwisse

Projeto começou com imagens de Amsterdã, mas já tem fotos de outras cidades e países, como a França



Escrito por aldericoalvares às 8:19:51 AM
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Escrito por aldericoalvares às 8:40:56 AM
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RITA HAYWORTH

Por Rita de Sousa

Rita Hayworth nasceu para brilhar. Seus pais, espanhóis que imigraram para os Estados Unidos, eram dançarinos profissionais, e aos 12 a sensual diva, batizada como Margarita Carmen Cansio, já seguia seus passos. Precoce, aos 17 fazia babar os marmanjos em casas noturnas de Hollywood.

Seu ar adolescente, suas curvas e cabelos negros encantaram Winfield Sheehan, executivo da Fox, o que lhe valeu um contrato para seu primeiro longa, Sob o Luar dos Pampas (1935), ainda como “Rita Cansino” e, a partir daí, atuou em alguns longas, em pequenos papéis, até se casar com o empresário Edward Judson, que a ajudou a conseguir um contrato com a Columbia.

Foram vários filmes, grandes ou pequenos papéis, onde sua presença e suas danças sensuais – por vezes exóticas – ofuscavam todo o resto. Mas foi em Sangue e Areia (1941), sob a pele de uma sedutora aristocrata espanhola, para a 20th Century-Fox e depois loiríssima em Uma Loura com Açúcar (1941), da Warner Bros, que a sorte lhe sorriu.

Fred Astaire e Ginger Rogers a escolheram para os musicais Ao Compasso do Amor (1941) e Bonita como Nunca (1942), onde esteve radiante, no seu melhor momento.

O sucesso lhe trouxe novos amores, mas, separada de Judson, casou-se novamente, desta vez com o grandioso Orson Welles, na mesma época em que Modelos Girl (1944) ajudou a catapultar sua carreira ao mais alto escalão do estrelato. Já era, então, o furacão ruivo que marcou época nas telas.

Rita era tão célebre nessa época que, à sua revelia, teve sua imagem pintada sobre a bomba atômica que os Estados Unidos testaram no atol de Bikini, no Pacífico. Ela ficou furiosa.

E foi em Gilda (1946) que Rita abalou as estruturas. Em parceria com Glenn Ford, protagonizaram um melodrama que poderia passar em branco, não fosse o sensualíssimo (quase) striptease na música Put The Blame On Mame (coloque a culpa em Mame), em uma sequência memorável, antológica na história do cinema, em que seu simples gesto de retirar, lentamente, uma das luvas fez arrepiar multidões.

Os musicais em Quando os Deuses Amam (1947) e Os Amores de Carmen (1948) mantiveram felizes os apreciadores de Rita, mas nada comparado ao A Dama de Xangai (1948), escrito, dirigido e estrelado por Orson Welles — já então figurando como ex-marido –, que provocou celeuma por seu papel como uma sedutora sensual, em um momento no qual estava ansiosa para provar-se uma atriz séria. Seu desempenho como femme fatale acabaria sendo maravilhoso.

Seu romance com o milionário muçulmano fugitivo playboy Aly Khan manteve Rita fora da tela durante vários anos e gerou alguma publicidade mais que desfavorável. Casaram-se em 1949, tiveram uma filha e divorciaram-se em 1951. Mas a diva não se fez de rogada: recolheu os cacos de seu coração partido e, sem um tostão furado, voltou para Hollywood, retomando de onde parou.

Assumiu, ao lado de Glenn Ford, em Uma Viúva em Trinidad (1952), uma tentativa vã de recriar Gilda. Todos os demais esforços de emplacar sucessos de décadas passadas custaram a Rita muita energia. Em 1953, casou-se com o cantor Dick Haymes, em mais uma união breve e passageira.

Meus Dois Carinhos (1957), ao lado de Frank Sinatra e Kim Novak, foi uma oportunidade inesperada, mas não tinha a grandeza a que estava acostumada. Até a década de 1970, ainda brilhou em performances dramáticas, mas o mal de Alzheimer a colheu precocemente. Foi cuidada pela filha Yasmin até morrer, em 1987, aos 68 anos.

Sua vida foi retratada em um filme para TV de 1983, Rita Hayworth: a deusa do amor, por Lynda Carter.

 

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circa 1942: Portrait of American actor Rita Hayworth (1918 - 1987) pulling back her hair with one hand and wearing a striped shirt.

-1941: American film actress Rita Hayworth (1918 - 1987) sitting on a garden wall in a one-piece swimsuit.

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Escrito por aldericoalvares às 8:37:11 AM
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MARILYN MOROE

Marilyn Monroe: a maior deusa do século XX

Foi porventura a maior deusa da história do cinema, num olimpo que não tem tido falta delas. Na altura em que se cumprem 50 anos sobre a sua morte, recordamos os filmes e a vida de Marilyn Monroe.

Em toda a história do cinema, não haverá atriz que tenha personificado um mito tão duradouro de sensualidade, «glamour», alegria e tragédia como Marilyn Monroe, que, 50 anos após a morte prematura, continua a ser o maior «sex-symbol» não só da história do cinema como também do próprio século XX. Hoje em dia, tudo nela é mito: desde os filmes que fez ao misto de inocência e sexualidade que personificou, passando pelas várias tragédias da vida real, como a infância traumática, os casamentos falhados, a insegurança e depressão crónicas, e, principalmente, a morte não esclarecida aos 36 anos. Se estivesse viva, Marilyn teria hoje 86 anos: o seu falecimento prematuro foi uma tragédia mas fez dela uma lenda, já que despareceu no auge da beleza e ninguém a viu envelhecer.

A história de Marilyn é sobejamente conhecida: nascida Norma Jeane Mortenson em 1926, passou a infância em orfanatos e casas de acolhimento até casar aos 16 anos com um oficial da polícia, de quem se divorciaria quatro anos depois. A ascensão ao estrelato foi longa e fez o percurso habitual de modelo fotográfico, mudança de imagem (na origem, Marilyn era morena: o louro platinado veio depois...) e papéis de figuração sem quaisquer deixas em filmes menores.

Foi em «Ladies of the Chorus», em 1948, que teve o primeiro pequeno papel de algum relevo, a que se seguiram outros sem particular significado, até dois papéis secundários em 1950 que a colocaram de forma mais forte no radar: «Quando a Cidade Dorme», de John Huston, e «Eva», de Joseph L. Mankiewicz, que ganharia o Óscar de Melhor Filme.

Os papéis secundários presseguriam com aumento progressivo de relevância, até ao primeiro papel protagonista, em 1952, no «thriller» «Os Meus Lábios Queimam». A explosão, porém, só se deu em 1953, inicialmente com «Niagara», em que Marilyn fez disparar o seu «sex-appeal» com um cartaz em que as águas contornavam as curvas do seu corpo, e depois com «Os Homens Preferem as Louras», de Howard Hawks, um imenso sucesso que lhe estabeleceu a imagem de bomba sexual ingénua, e que deixou para a posteridade o número «Diamonds are a Girl's Best Friend». Ainda no mesmo, o número 1 da «Playboy» publicou uma mítica foto nua da atriz, tirada em 1949.

A partir daí, o mito não parou de crescer, mas apesar da sucessão de comédias, Marilyn tentou sempre furar a imagem de loura burra que se lhe colara à pele. O drama «Rio sem Regresso», de Otto Preminger, logo em 1954, foi uma tentativa bem sucedida nesse sentido, embora a força dos filmes que mais lhe alimentaram a lenda fosse superior a tudo: as geniais comédias de Billy Wilder «O Pecado Mora ao Lado» (1955), em que nem nome precisava de ter, e «Quanto Mais Quente Melhor» (1959).

O estudo de artes dramáticas, que Monroe já tinha tido em diversas circunstâncias, acentuou-se a meados dos anos 50, quando a atriz estudou no prestigiado Actor's Studio tendo até ao fim Paula Starsberg como tutora pessoal e confidente. Os primeiros resultados fizeram-se logo notar no drama «Paragem de Autocarro», de Joshua Logan, em 1956, e, além das comédias que fez a seguir, teve os seus frutos mais extraordinários no filme crespucular que é «Os Inadaptados» (1961), de John Huston, o último que completou antes de falecer.

Entretanto, Monroe nunca saiu das capas dos jornais, não só pelos filmes mas também pelos seus casamentos (e divórcios) muito mediatizados com John DiMaggio, a mais célebre estrela do basebol da época, e Arthur Miller, o mais importante dramaturgo norte-americanos da altura. Isto para já não falar dos romances com os irmãos John e Robert F.Kennedy, os atrasos cada vez mais frequentes durante as rodagens e, claro, a morte súbita, de aparente ingestão de barbitúricos, mas cuja verdadeira causa nunca foi cabalmente esclarecida, com a hipótese de assassínio a não ser colocada de parte.

De lá a cá, ao contrário de outras celebridades da época, o mito de Marilyn não parou de aumentar, estando presente nas mais diversas áreas da cultura popular, desde a presença de Madonna aos quadros de Andy Warhol, passando pela canção «Candle in the Wind», de Elton John, ou vindo até à atualidade, com a série televisiva «Smash», produzida por Steven Spielberg, a girar em redor da montagem de um espetáculo sobre a vida da atriz.

As fundações do mito já deram livros, filmes, poemas e até óperas, e 50 anos após a morte, Marilyn Monroe continua a ser uma das presenças mais magnéticas da história das imagens do século XX. Se também o teria sido caso tivesse falecido de morte natural várias décadas depois, é algo em que poucos acreditam. Mas no cinema, o mito conta mais que a vida real, e por isso, entre a realidade e a ficção, a vida de Marilyn continua a ser das mais fascinantes e enigmáticas do último século.

Veja aqui a reportagem do SAPO Mulher sobre Marilyn Monroe

Luís Salvado - 03-08-2012 11:00



Escrito por aldericoalvares às 7:28:12 PM
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No distrito de Whitechapel, em East End, Londres, cinco prostitutas foram assassinadas no outono de 1888. A assinatura de uma carta recebida durante a onda de assassinatos deu um nome ao monstro que supostamente os cometeu: Jack, o Estripador.

O médico da Rainha Vitória Sir William Gull, o pintor impressionista Walter Sickert, o criador de “Alice no País das Maravilhas” Lewis Carroll, o pai de Winston Churchill Lord Randolph, o príncipe Albert Victor, Duque de Clarence, filho mais velho do futuro Eduardo VII e segundo na linha sucessória do trono, o comerciante de algodão James Maybrick, o advogado Montague John Druitt e Elizabeth Williams.

O que todas essas pessoas têm em comum, famosas ou não? Todas foram suspeitas de terem sido Jack, o Estripador. Mais de 100 homens já foram acusados dos assassinatos, mas, pela primeira vez, uma mulher está na mira dos estudiosos.

A polícia nunca foi capaz de capturar Jack. Mesmo depois de mais três anos de investigação, sua verdadeira identidade permanecia um mistério e o caso foi oficialmente encerrado em 1892.

A mídia falou muito desse serial killer. Mesmo hoje, ele ainda é um “ícone” de um gênio do mal que conseguiu passar despercebido. Tantos livros e filmes sobre ele foram escritos que ninguém sabe mais o que é verdade e o que é ficção. Todo um ramo de estudo – Estripadologia – foi criado para tentar decifrar a matança das prostitutas, cenas agressivas, em que até mesmo seus úteros foram resolvidos (reza a lenda que os úteros de três mulheres foram retirados).

Mary Ann Nichols, Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes e Mary Jane Kelly, todas prostitutas de East End, foram mortas pelo Estripador. Ou Estripadora?

Elizabeth “Lizzie” Williams, nascida em 7 de fevereiro de 1850, morreu em 1912 sem nunca ter sido questionada pela polícia. Seu marido, John Williams, tinha uma clínica de aborto em Whitechapel e foi considerado um suspeito na época dos assassinatos.

Segundo o livro “Uncle Jack” (“Tio Jack”, em tradução literal, 2005), diz que John era obstetra da família real britânica, e conhecia as vítimas pessoalmente. Ele teria matado e mutilado as prostitutas em uma tentativa de investigar as causas da infertilidade. Mas o livro possui falhas e falta comprovação para algumas afirmações (como de que ele conhecia todas as vítimas).

Parece que John foi descartado pela polícia porque estava trabalhando durante os assassinatos. E porque sua mulher se tornou alvo de suspeita agora?

O caso Lizzie Williams

Um livro recentemente lançado, “Jack The Ripper: The Hand Of A Woman” (“Jack, o Estripador: A Mão de Uma Mulher”, em tradução literal), de John Morris, um ex-advogado irlandês, propaga a ideia de que Lizzie matou as cinco mulheres num frenesi descontrolado de raiva.

Ela estava presa em um casamento ruim por causa de dinheiro, e não podia ter filhos. Eis a sugestão de que ela tenha matado as mulheres por inveja, e retirado seus úteros. Também, John Morris diz que o marido de Lizzie estava tendo um caso com Mary Jane Kelly, e por isso ela foi a última a ser morta, encerrando o ciclo de assassinatos, no fim do qual Lizzie teria tido um “colapso nervoso”.

Morris aponta como “provas” de que Lizzie era o Estripador o fato de que as mulheres não foram estupradas ou atacadas sexualmente (mas isso não quer dizer nada, afinal, existem homens serial killers que matam mulheres, mas não as estupram), e também os sinais de que havia uma mulher nas cenas dos crimes.

Por exemplo, três pequenos botões de uma bota de uma mulher foram encontrados próximos ao sangue de Catherine Eddowes, e restos de roupas femininas – uma capa, saia e chapéu – foram encontrados nas cinzas da lareira de Mary Kelly. Essas roupas e botões não pertenciam as vítimas. Morris também afirma, de acordo com relatórios da mídia, que itens pessoais foram deixados aos pés de outra vítima, Annie Chapman, dispostos de “uma forma tipicamente feminina”. Também, o legista Wynne Baxter disse no seu inquérito: “A conclusão de que o desejo era possuir a parte (do corpo) em falta parece esmagadora”.

“As evidências para uma assassina são enormes, mas infelizmente as pessoas não se sentem bem porque a teoria voa na cara de antigas crenças”, disse Morris. “Não há absolutamente nenhuma dúvida que o Estripador era uma mulher. Mas, porque todo mundo acredita que o assassino era um homem, toda a evidência que aponta para uma mulher tem sido ignorada”, complementa.

Muitos estripadorólogos não concordam. Um dos principais experts no caso do Estripador, Paul Begg, que já escreveu vários livros sobre o assunto de sua identidade, acha o caso de Lizzie Williams fraco. “O livro original [“Uncle Jack”] colocando John Williams como suspeito era ruim, mas este é ainda pior”, disse Begg.

124 anos depois da famosa série de assassinatos, Jack, o Estripador é um assunto atual. Caso encerrado? Muito longe disso.[LiveScience, DailyTelegraph, Express]



Escrito por aldericoalvares às 7:46:39 AM
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