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QUEDA NOS PCS
O crescimento da venda de microcomputadores sofreu retração nos Estados Unidos no segundo trimestre tanto para o mercado doméstico quanto para o empresarial por conta das incertezas na economia local, segundo duas pesquisas divulgadas nesta quarta-feira.
Cerca de 17 milhões de microcomputadores, incluindo desktops, notebooks e produtos Apple foram vendidos nos Estados Unidos no trimestre, uma alta de 3,6 por cento sobre o mesmo período de 2007, de acordo com dados da consultoria IDC.
"Como esperado, o mercado americano teve um desempenho sofrível, com crescimento de apenas um dígito, causado pela contenção de gastos tanto entre os consumidores residenciais como empresas", disse David Daoud, gerente de pesquisas da IDC.
Ele alertou que a demanda deve se manter pressionada no país nos próximos trimestres se a situação econômica não se alterar, apesar da queda nos preços dos computadores.
O instituto Gartner, outra empresa de pesquisas de tecnologia, disse que o crescimento no mercado americano pode ter sido superior ao aumento da receita, já que os fabricantes cortaram preços para estimular as vendas.
A Dell, maior fabricante de computadores nos Estados Unidos, vendeu 5 milhões de equipamentos no trimestre, ampliando sua fatia de mercado em 12 por cento sobre o ano passado.
Já a HP, segunda no mercado norte-americano, perdeu participação de mercado, mas ainda é a líder mundial, ampliando as vendas em 17 por cento sobre o mesmo período de 2007.
Globalmente, as vendas de PCs cresceram 16 por cento.
Escrito por aldericoalvares às 10:19:18 AM
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MERCADO DE TI
São Paulo - Mercado de TI tem exigido novas aptidões, como conhecimento em negócios. Para consultores, atualização é essencial. Veja as dicas.
Cerca de 40 mil vagas no mercado brasileiro de tecnologia não são preenchidas por falta de qualificação profissional. O dado da ASSESPRO-SP, (Associação Brasileira das Empresas de TI) é, no mínimo, um grande incentivo para começar a pesquisa de cursos na área, sejam eles de extensão, mais práticos, ou de pós-graduação.
Edmilson Oliveiras, diretor executivo da Agnis, consultoria em Recursos Humanos, recomenda que o profissional se atualize constantemente, afinal o mercado de TI, sofre muitas mudanças. “Há segmentos mais conservadores e outros menos. Na área de TI, se o profissional espera muito, fica fossilizado”, aponta Oliveiras.
Leia também: > Cursos de extensão ou pós para o 2º semestre > Estudantes saem da faculdade sem preparo > Três perguntas antes de aceitar um novo emprego
Além da evolução tecnológica em si, o mercado e as empresas têm cobrado dos profissionais outras competências, que ultrapassam o conhecimento técnico, como afirma Célio Antunes de Souza, diretor da Faculdade Impacta Tecnologia.
“O conhecimento sobre gestão empresarial explica-se porque as empresas estão utilizando a tecnologia da informação como suporte para o aumento da produtividade. Para que o profissional de TI possa desenvolver uma aplicação de uso empresarial, faz-se necessário conhecer assuntos como contabilidade, custos, finanças, RH, gestão de projetos, governança etc.”, assinala Souza.
O velho conselho de esperar um pouco antes de iniciar uma pós-graduação nem sempre se aplica à TI. Como lembra o consultor Shuji Shimada, da People Consulting, o profissional de tecnologia muitas vezes inicia o curso de graduação já trabalhando na área. Ou, por meio de programas de estágio e trainee, já conclui a faculdade com três ou quatro anos de experiência.
Escrito por aldericoalvares às 2:12:58 PM
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BLOGUEIRA
Uma australiana considerada a blogueira mais velha do mundo morreu no sábado, aos 108 anos, no abrigo para idosos em Nova Gales do Sul, onde morava.
» Blog faz operadora de caixa com diploma ficar famosa » Vovó de 95 anos tem blog premiado » Premiação de blogueira testa abertura em Cuba » Governo de Cuba censura blog mais lido na ilha
Olive Riley tinha postado em seu blog mais de 70 textos desde fevereiro de 2007 sobre a vida moderna e suas experiências durante o século XX, incluindo duas guerras mundiais.
Riley nasceu no dia 20 de outubro de 1899, teve três filhos e trabalhou como garçonete, cozinheira e selecionadora de ovos, entre outros empregos.
Ela se comunicava através de seu blog com pessoas de outros continentes e dizia que gostava da notoriedade que tinha adquirido porque lhe permitia manter a mente fresca, segundo a agência EFE.
Segundo a BBC, a idéia do blog foi dada por um amigo de Olive, que já tinha o seu.
Nos posts mais recentes, Olive falava sobre seu estado de saúde, que não era muito bom, e dizia que nunca havia sido tão bem tratada em sua vida como era agora, pelas enfermeiras do asilo.
O último post, datado de 26 de junho, falava sobre a cidade de Woy Woy, onde Olive havia cantado com uma visitante e enfermeiras do abrigo onde morava.
Uma nota publicada no site de Olive lamenta sua morte. "Nossa querida amiga Olive Riley morreu em paz... Estão de luto os milhares de amigos da Internet e centenas de descendentes e outros familiares", diz a nota.
Escrito por aldericoalvares às 7:40:26 AM
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MP3 JÁ ERA.
Será que o MP3 é um formato de compressão de áudio morto e ultrapassado? O criador do formato, o instituto alemão Fraunhofer, parece acreditar que sim — novas tecnologias vêm sendo desenvolvidas com o objetivo de reduzir o tamanho dos arquivos de música.
Tais inovações buscam garantir o uso da música em players portáteis e outras plataformas, economizando megabytes e assegurando a mobilidade da música. Tudo sem comprometer a qualidade do som, critério crucial no desenvolvimento de novos formatos de arquivo (um calcanhar-de-Aquiles do MP3 é justamente a perda de dados na compactação das músicas).
Se você acha que o áudio digital existe apenas por causa do MP3, prepare-se para rever conceitos.
Players modernos, dos de grife aos xing-ling, aceitam formatos que vão além do mais famoso de todos. Conheça abaixo alguns desses arquivos e suas diferenças e vantagens:
Flac: máxima compressão
Criado em 2003, o Free Lossless Audio Codec, ou Codec de Áudio Sem Perda Livre (em tradução livre), é um formato cujo principal ponto positivo é a compressão de dados sem perda de qualidade —o que não acontece em outros formatos, como o MP3, o WMA e o Ogg Vorbis. O Flac também é open source e pode ser usado livremente por qualquer pessoa. Em compensação, os arquivos de áudio que usam esse formato são maiores, ainda mais quando comparados aos já tradicionais MP3. Ficou popular nos últimos anos, à medida em que os internautas passaram a ter conexões mais rápidas em suas residências.
MPEG 1: três camadas
Formato criado pelo instituto Fraunhofer IIS, o MPEG-1 Layer 3 corresponde a um esquema de compressão de áudio do MPEG-1. São três camadas (layers), cada uma com finalidades e capacidades diferentes.
Existem grandes perdas com a compressão dos dados de áudio, limitada apenas pela qualidade desejada para o ouvido humano. A compressão padrão é de 10:1, o que significa que um CD gravado em MP3 pode guardar mais de 12 horas de música com bitrate (termo que se refere à taxa de bits usada por segundo para representar o sinal sonoro e é expresso em kilobits por segundo) de 128 kbps, em comparação aos 74 minutos de música comportados pelos CDs de áudio comum.
AAC: provável sucessor do MP3
O AAC (sigla, em inglês, para Advanced Audio Coding) formato popularizado pela Apple graças ao iPod e à loja virtual iTunes também sofre com perdas de dados na compressão. Esta, no entanto, é mais aprimorada e oferece maior qualidade em arquivos menores do que o MP3 — e por isso o AAC é apontado como um de seus prováveis sucessores.
Oferece até 48 canais de freqüência, com áudio de melhor resolução, em taxas de até 96 kHz. Capaz de alcançar um percentual de qualidade de 64 Kb/s por canal, com velocidade de transmissão de dados acima de 256 Kb/s, ele é um dos formatos mais flexíveis de áudio.
Com ele, você pode escolher a taxa de bits na compressão dependendo do destino do arquivo final, e ainda pode rodar em qualquer player que o suporte.
MP4: container de áudio e vídeo
O MPEG-4 Part 14 é um container de áudio e vídeo que suporta vários formatos de arquivo. Ao contrário do que se pensa, ele é a evolução do MPEG-1 e do MPEG-2, que também armazenam áudio e vídeo —e não do MP3, que é um formato apenas de áudio. Outro engano é chamar de MP4 os players de MP3 e vídeo que não suportam os reais padrões do codec, como é comum no mercado.
Por ser um formato relativamente recente, poucos dispositivos são compatíveis com o formato. Os mais populares são os iPods, celulares, players Sony e o console Nintendo Wii.
HD-AAC: ameaça aos CDs
É a evolução do codec AAC, que oferece qualidade para arquivos de áudio ripados em CDs, MP3 players e celulares. Ele traz novas possibilidades de armazenar e distribuir músicas, pois tem menor compressão do arquivo e compatibilidade com iPods e celulares, garantindo qualidade melhor do que a encontrada em CDs gravados com compressão de 16 bits e taxa de amostragem de 44,1 kHz.
O formato se mostra superior por preservar cada bit de informação do conteúdo do arquivo de música original, através da compressão de 24 bits com amostragem de 96 kHz. Ele é compatível com aparelhos que tocam o AAC, mas requer decodificador atualizado para conversão.
| O intervalo de freqüências de som que o ser humano ouve está entre 20 e 20.000 Hz (hertz, unidade usada para medir o número de vibrações sonoras emitidas em um segundo). Portanto, é necessária, no mínimo, uma taxa de amostragem de 40 kHz -o dobro da freqüência máxima que conseguimos ouvir- para reproduzir corretamente o intervalo de freqüências audíveis.
Os CDs de áudio utilizam uma freqüência de 44.1 kHz, enquanto formatos nos padrões MPEG AAC suportam até 96 kHz. Quanto maior a taxa de amostragem, mais memória o sinal convertido digitalmente consumirá. Uma solução comum é reduzir essa taxa para 22.500 Hz, o que, embora cause perda de qualidade, reduz à metade o gasto de memória.
Outros métodos, como a codificação MP3, podem levar a taxas de compressão maiores, com menor perda de qualidade no som. Uma taxa de compressão de 128 kbps, por exemplo, reduz o arquivo em 90%; ao passo que uma taxa que o comprima a 320 kbps, o reduzirá em 25%. |
| TAXA DE AMOSTRAGEM? | | Outros formatos
Ogg Vorbis
Codec criado pela Xiph.org, livre de patentes. Ao contrário do MP3, o Vorbis utiliza uma codificação em VBR (sigla para bitrate variável), o que permite obter arquivos mais compactos para uma qualidade de som semelhante, ou melhor, para a mesma dimensão de arquivo. É capaz de gerar arquivos 25% menores, mantendo a mesma qualidade do MP3.
Com ele, é possível escolher o nível de qualidade para a compressão do arquivo, sendo mais usado o de nível 3 - que oferece 160 Kb com aproximadamente 90 KB por minuto. Pode ser usado com a maioria dos MP3 players.
Existem versões para várias plataformas, incluindo Windows, Linux, Mac, OS/2 e BeOS. Também está disponível o encoder que permite gerar arquivos Ogg a partir das extensões Wav ou MP3. A maioria das distribuições Linux atuais já incluem o Ogg; basta instalar o pacote "oggutils".
WMA
O Windows Media Áudio é um formato desenvolvido pela Microsoft e compatível com o Windows Media Player e o Winamp, entre outros. À exceção do iTunes, onde a extensão pode ser decodificada para AAC.
Permite gerar arquivos até 50% menores que o MP3, mas com uma pequena perda de qualidade. O WMA também oferece suporte a streaming e é o formato de áudio nativo das versões recentes do Media Player do Windows.
WAV
O Waveform Áudio, desenvolvido pela Microsoft e IBM para armazenamento de áudio simples em PCs, também é compatível com Macintosh. Utiliza método de conversão PCM (sigla para modulação de código de pulsos, em português) sem perdas de dados nem compressão, o que proporciona melhor qualidade de áudio.
Porém, ocupa espaço de armazenamento: um arquivo de som do Windows com a extensão WAV pode, dependendo da freqüência e taxa de amostragem, pode ocupar de 644 KB a 5 MB em apenas um minuto de áudio.
Tem capacidade para ripar aproximadamente 6,6 horas de áudio em qualidade de CD (44.1 kHz, 16-bit estéreo) e seu cabeçalho de 64-bit permite gravações muito longas. Os CDs de áudio não usam WAV como formato de som.
- Mais nos sites parceiros
- Fotos: MP3 players esquisitos

Escrito por aldericoalvares às 2:18:40 PM
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NOVA ONDA
São Paulo, 09 de julho de 2008 – Uma nova onda de mensagens compostas por links infectados volta a invadir o comunicador da Microsoft. O MSN/Windows Live Messenger é o meio mais usados, segundo os especialistas em segurança, para espalhar links que levam o usuário a locais inseguros. O golpe tenta persuadir a pessoa a fornecer seus dados de acesso do comunicador instantâneo. Em posse desses dados, o criminoso se faz passar pelo usuário original para enganar os amigos e conseguir mais dados pessoais.
Desconfie das mensagens que trazem um link padrão constituído pelo nome registrado pelo usuário no MSN/Windows Live Messenger seguido das extensões imagedino.info, smileshost.info, hostmedias.info, imagealina.info, imageswitch.info. ou imageloko.info. Ao clicar na URL, a pessoa é direcionada para uma página com as mesmas características da home page de acesso do MSN, onde são solicitados suas credenciais de acesso. Ao fornecer estas informações, o usuário é redirecionado para uma outra página com algumas fotos, que estão linkadas a mecanismos de busca.
Leia mais: Brasil é o segundo destino do mundo no envio de spams
Durante este processo, um script escondido é ativado e se utiliza dos dados preenchidos para se conectar ao MSN da vitima. Pouco tempo depois, toda a lista de contatos receberá o mesmo link malicioso, dando continuidade ao ciclo de infecção. A página ainda utiliza uma estratégia para manter sua legitimidade. Em sua Política de Privacidade está descrita, entre outras coisas, que o serviço oferecido irá enviar a lista de amigos “novas páginas de entretenimento”.
Escrito por aldericoalvares às 3:40:17 PM
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ATAQUE
Novo ataque pode explorar falha desconhecida no software de processamento de texto da Microsoft, alerta fornecedora de segurança.
Criminosos encontraram um novo meio de atacar usuários de PCs por meio de uma falha no Word, da Microsoft.
A Symantec alertou sobre o ataque, dizendo que observou agentes maliciosos explorando “o que pode ser uma vulnerabilidade desconhecida no Microsoft Word”.
A fornecedora de segurança deu poucos detalhes sobre a falha, dizendo que está trabalhando com a Microsoft para confirmar sua descoberta.
“Análises iniciais sugerem que algumas versões do Microsoft Office, mesmo as atualizadas, são afetadas pelo ataque”, disse a Symantec.
O pacote Office vem sendo vítima de diversos ataques que aproveitam falhas nos seus softwares, incluindo o Word, nos últimos meses. Para que o ataque seja bem sucedido, em geral, a vítima tem que abrir um documento com códigos maliciosos embutidos.
No caso da nova falha, o malware é um cavalo de tróia chamado Backdoor.Darkmoon, que registra o que a vítima digita para roubar logins e senhas.
Para evitar a contaminação, a Symantec recomenda que os usuários não abram documento de Word não solicitados.
Escrito por aldericoalvares às 2:32:53 PM
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PENDRIVES
Segurança não é apenas uma palavra da moda quando o assunto é a informação que você carrega no seu laptop ou chaveirinho flash. O roubo de dados confidenciais pode acontecer tanto no meio cibernético, quanto no físico, como, por exemplo, se roubarem seu notebook, celular ou pendrive. No entanto, existem recursos de segurança como biometria e criptografia que podem ajudar você a proteger suas informações.
Os pendrives mais modernos usam a tecnologia biométrica para escanear as impressões digitais do dedo do usuário e transformá-las em senha de acesso. Dois bons exemplos são os pendrives Jet Flash 210, da Transcend, e o Cruzer, da Sandisk.
O pendrive da Transcend, vem com leitor biométrico embutido. O recurso garante que as informações armazenadas nele serão liberadas apenas quando o sistema reconhecer a digital cadastrada. Para ativar o sensor biométrico, basta plugar o dispositivo na entrada USB 2.0 do seu computador.
O modelo é compatível com o sistema operacional Windows 2000 e XP e tem versões de 1GB e 2GB de capacidade de armazenamento. Depois que o usuário conectar o dispositivo ao computador, surgirá uma tela que pede o cadastramento da digital. Basta seguir o passo-a-passo. O pendrive de 1GB custa R$ 210 e o preço da versão de 2GB é R$ 299.
Já o pendrive da Sandisk tem leitor de digital desacoplável e 1GB de capacidade de armazenamento. Basta cadastrar a digital e passar o dedo para acessar os dados guardados no chaveirinho flash. Ele custa R$ 99.
Mas se você trabalha com arquivos pesados e que ocupam muito espaço, o custo benefício desses dispositivos pode não compensar. Eles custam pelo menos o dobro dos pendrives normais com a mesma capacidade. O acessório custa R$ 99.
Escrito por aldericoalvares às 7:14:08 AM
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SINGULARITY
Interessados podem baixar o Singularity, sistema experimental não-Windows da empresa.
O Singularity foi desenvolvido do zero por um grupo de pesquisa da Microsoft, que começou a trabalhar nele em 2003. Como não havia a obrigação de o sistema ser compatível com o Windows, o grupo teve bastante liberdade para inovar. Foi escrito quase totalmente numa versão estendida da linguagem C#. A Microsoft diz que o objetivo do projeto é criar novas tecnologias em linguagens de programação, compiladores e ferramentas.
O projeto envolve, também, alguma experimentação com arquitetura. Quase todos os sistemas operacionais atuais - incluindo Linux, Unix, Mac OS e Windows - têm sua arquitetura básica derivada do Multics, criado nos anos 60. O Singularity segue um modelo diferente. Segundo a Microsoft, cada aplicativo, driver de dispositivo ou componente do sistema roda num processo isolado por software, ou SIP. O sistema não permite que os SIPs compartilhem memória ou modifiquem seu próprio código. A comunicação entre SIPs é feita por um sistema de mensagens. O resultado, ao menos na teoria, é uma plataforma mais robusta e segura que o Windows.
O pacote que está disponível para download desde março é o RDK, kit de desenvolvimento e pesquisa. Ele inclui código-fonte, material informativo e ferramentas de compilação e teste. Está liberado para uso educacional, não comercial. Naturalmente, o Singularity não tem utilidade prática no momento, já que não existem aplicativos para ele. Além disso, não há interface gráfica e o suporte a dispositivos de hardware é bastante restrito. O software serve basicamente para estudo e pesquisa. Mas é razoável supor que a Microsoft esteja usando essa plataforma para desenvolver e testar tecnologias que poderão estar em futuras versões do Windows.
Escrito por aldericoalvares às 11:25:36 AM
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HACKER DO PORTA-RETRATO
O hacker David Bue Pedersen desenvolveu uma solução diferente para saber quando um de seus amigos se conectou a rede Skype ou MSN: um porta-retrato que ilumina a foto de um entre cinco contatos escolhidos.
» Veja imagem ampliada » Novo porta-retrato digital é conectado à câmera » Porta-retratos digital tem forma de ovo » Porta-retratos digital tem conectividade sem fio
Segundo o site Gizmodo, assim que um dos contatos programados se conecta a uma das redes, o Online Notification Picture Frame acende um led sobre sua foto indicando sua disponibilidade.
O modelo criado funciona apenas com cinco fotos, mas comportaria até 22 indicadores LED. No site Volunteer Lab Rat (acessível pelo atalho http://tinyurl.com/6n4vr5), Pedersen diz que sua motivação foi criar algo que tornasse possível verificar se alguém estava conectado sem que ele precisasse se levantar do sofá.
O projeto, com fotografias e esquema para o Skype para download, pode ser encontrado site. Infelizmente, o autor disse ter perdido o código fonte utilizado no projeto. Entretanto, explicou que qualquer pessoa que compreenda o funcionamento de um microcontrolador tem a habilidade necessária para fazer a aplicação de controle do porta-retratos.
"Se algum dia eu encontrar tempo para reescrever o software, farei e adicionarei neste artigo. Mas eu não vejo isto acontecendo em breve, já que eu sou o tipo de pessoa que prefere iniciar um novo projeto a finalizar um antigo", declarou Pedersen.
Escrito por aldericoalvares às 6:27:43 AM
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CARTÕES DE MEMÓRIA
Cartões de memória — mais baratos, dia após dia — são cada vez mais utilizados em equipamentos portáteis que requerem maior espaço de armazenamento, como videogames, câmeras digitais, celulares, MP3 players e até mesmo computadores.
Baseados na interessante tecnologia da memória flash, esses cartões podem ser regravados várias vezes e não necessitam de eletricidade para armazenar e manter os dados.
Diversos tipos de cartões têm surgido no mercado desde a década de 1990, projetados em maiores ou menores dimensões físicas e dedicados a diferentes funções e aparelhos.
Hoje, os principais gêneros disponíveis nas prateleiras brasileiras são o SD, MiniSd, MicroSD, Memory Stick, PC Card e xD-Picture Card.
Além de portabilidade e fácil manuseio, outros pontos positivos dos cartões de memória são as condições de uso e armazenamento mais rigorosos do que de outros dispositivos criados a partir de peças móveis.
O UOL Tecnologia relaciona a seguir os principais tipos de cartões de memória, bem como suas particularidades.
Memory Stick
Famoso cartão de memória flash, o Memory Stick permite o armazenamento de dados como imagens e vídeos em equipamentos Sony. O original tinha dimensões em 50 mm x 21,5 mm x 2,8 mm e atendia por MS. Evoluiu e ganhou sobrenomes, novos formatos e acrônimos.
Seus irmãos são o Memory Stick Duo (MS DUO, com 31 mm x 20 mm x 1,6mm) e o Memory Stick Micro (M2, com 15 mm x 12,5 mm x 1,2mm). O primeiro é uma versão compacta e compatível com o MS. Já o segundo, que tem 25% do tamanho de um MS DUO, é especialmente voltado para o mercado de celulares.
Um dos pontos que diferencia os Memory Sticks dos demais cartões de memória é que eles estão sob um sistema de proteção de direitos autorais chamado Magic Gate. Este sistema age por meio de criptografia de conteúdo, que controla a cópia dos arquivos armazenados.
Os primeiros MS tinham capacidades de 4 MB ou 8 MB. Hoje, eles têm possibilidade de armazenar até 256 MB. Os MS PRO, que nada mais são do que um cartão MS mais potente, oferecem capacidades que variam entre 256 MB e 4 GB. Custam, em média, a partir de R$ 100.
Secure Digital Card
O nome completo é Secure Digital Card, mas pode chamar de cartão SD. É uma das memórias mais populares do mercado. Como diferencial, tem um rígido sistema de controle de direitos autorais e permite que seja travado, o que impede apagamento do conteúdo. Por estes dois motivos casados, ganhou o nome "Secure" (seguro).
Um dos motivos de ser o mais popular - ao lado do Memory Stick da Sony - é a adoção em massa por parte das indústrias de tecnologia. Canon, Kodak e Nikon, empresas que desenvolvem máquinas fotográficas, são adeptas do formato. Os cartões SD também podem ser usados em computadores portáteis, palmtops e outros equipamentos.
Os cartões SD medem 24 mm x 32 mm x 2,1 mm e têm capacidades acima de 2 GB. A velocidade dos cartões SD (em memórias do tipo é possível trabalhar à velocidades de até 133x) é um dos diferenciais e um dos motivos que levaram empresas de fotografia a adotarem o cartão.
Isso porque máquinas fotográficas com recursos de filmagem necessitam de velocidade para reproduzir imagens em movimento. Custam, em média, a partir de R$ 70.
| Entre as lendas que correm pelo mundo da informática, uma dá conta de que em 1981, no lançamento do primeiro IBM PC, Bill Gates, o homem forte da Microsoft, declarou que 640 KB de memória RAM seriam sempre suficientes para qualquer computador.
Ainda em 1981, também os 16 MB de armazenamento dos IBM PCs pareciam ser uma capacidade satisfatória. Os HDs custavam mais de US$ 2 mil e poucos tinham mais de 10 MB. Se alguém perguntasse a Gates, na época, talvez ele respondesse que 20 MB dariam conta do recado - também para sempre.
Quase 30 anos depois, os HDs ficaram menores, mais baratos e com maior capacidade. Hoje, entretanto, não são mais sinônimo de armazenamento de dados. Ganharam concorrentes como CDs, DVDs e cartões de memória. |
| ARMAZENAMENTO EVOLUIU | | MiniSD e MicroSD
Irmão mais novo dos cartões SD, o formato MiniSD foi criado em 2003 e chegou ao mercado para concorrer com o Memory Stick Duo. Semelhante ao cartão da Sony, o MiniSD dá aos usuários mais portabilidade.
Usado em celulares, o MiniSD tem capacidades que variam entre 16MB e 2GB e mede 20 mm x 21,5 mm x 1,4 mm. Com peso em torno de um grama, não oferece - como seu irmão maior - proteção antigravação ou proteção nos terminais. Custam, em média, a partir de R$ 40.
Do tamanho de uma moeda de R$ 0,10, o microSD foi criado para ser usado em celulares, mas rapidamente ganhou outros aparelhos como adeptos, entre eles o GPS e quaisquer outros dispositivos que se conectem via porta USB nos computadores.
Os MicroSD tem capacidades de armazenamento que variam entre 128MB e 8GB e conta com dimensões diminutas, 11 mm x 12 mm x 1 mm. Da mesma forma que o MiniSD, o cartão não oferece proteção antigravação ou proteção nos terminais. Custa, em média, a partir de R$ 60.
PC Card
Os cartões PC Card também atendem pela sigla PCMCIA. São voltados basicamente a notebooks e portáteis em geral. Funcionam como uma espécie de memória padrão para laptops, já que foram desenvolvidos por um consórcio - justamente o PCMCIA, Personal Computer Memory Card International Association - que reúne mais de 300 fabricantes de computadores.
Um dos problemas do formato é que, por terem arquitetura bastante flexível, não raro podem ser incompatíveis com determinados modelos de laptop. Os PC Card têm recurso plug and play - basta conectar no equipamento e o cartão está pronto para uso.
Este tipo de mídia foi base para o CompactFlash, que depois deu lugar ao MicroSD.
OS PC Card são divididos em três tipos: o de 3,3 mm de espessura, que é voltado para uso com memórias; o de 5,5 mm, usado com placas de fax-modem ou como adaptador; e, por fim, o de 10,5 mm de espessura, que serve como disco de armazenamento. Os preços partem de R$ 120.
xD-Picture Card
O cartão xD é uma mídia voltada principalmente às câmeras digitais. Desenvolvido por meio de uma parceria entre Olympus, Fujifilm, Toshiba e Samsung, esse tipo de mídia é também compatível com alguns MP3 players Fuji e gravadores de voz Olympus.
Os cartões têm dimensões de 20mm x 25mm x 1,78mm e capacidades que variam entre 16 MB e 2GB. Subdividem-se em dois tipos: o Type M e o Type H.
O primeiro, segundo os fabricantes, é voltado para usuários de câmeras que necessitam de efeitos de imagens. Já o Type M é indicado para capturas de vídeo em alta resolução. Cartões xD custam, em média, a partir de R$ 70.
- Mais
Escrito por aldericoalvares às 6:22:54 AM
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